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quarta-feira, 26 de abril de 2017

O ghee é melhor que a manteiga?


Por Franziska Spritzler, RD, CDE
traduzido por Lais Guru Suroop Kaur

                Ultimamente, o ghee tem se tornado popular em muitos círculos. Ele é elogiado como uma alternativa para a manteiga, fornecendo benefícios adicionais.
                No entanto, algumas pessoas questionam se o ghee é superior à manteiga comum, ou se pode ter algum risco para a saúde.
                Neste artigo, teremos uma visão detalhada sobre o ghee e como ele se compara com a manteiga.

O que é o ghee?

                O ghee é um tipo de manteiga clarificada. É mais concentrado em gordura porque a água e os resíduos sólidos do leite foram removidos. Ele é usado na cultura indiana e paquistanesa há milhares de anos. O termo vem da palavra sânscrita que significa “pulverizado”.
                O ghee foi criado, originalmente, para impedir que a manteiga estragasse na estação quente. Além do uso culinário, ele é usado no sistema indiano de medicina, Ayurveda, onde é conhecido como ghrita.
                Como os resíduos sólidos do leite foram removidos, ele não requer refrigeração e pode ser mantido à temperatura ambiente por muitas semanas. Como o óleo de coco, ele se torna sólido nas temperaturas frias.

Como é feito?

                O ghee é feito aquecendo a manteiga para separar as porções líquidas e sólidas da gordura. Primeiro a manteiga é fervida até que seus líquidos evaporem e seus resíduos sólidos se coloquem no fundo da panela e ele se torna dourado-amarronzado. Depois, ó óleo remanescente (ghee) é colocado a esfriar até que fique morno. Então, é filtrado e transferido para um recipiente.

Como ele se compara com a manteiga?

                O ghee e a manteiga têm composições e propriedades nutricionais similares, apesar de poucas diferenças.
                Esses são os dados nutricionais para uma colher de sopa (14g) de ghee e de manteiga:

                                                                                                                                                         Ghee                                              Manteiga

Calorias                          112                                                  100                                                                                  
Gorduras                           8g                                                   7g                                                                                                          
Gordura monoinsaturada    4g                                                   3g                                     
Gordura polinsaturada       0,5g                                                0,5g                                           
Proteínas                          quantidades-traço                      quantidades-traço

Carboidratos                     quantidades-traço                       quantidades-traço

Vitamina A                     8% do RDI                                         7% do RDI

Vitamina E                     2% do RDI                                          2% do 

Vitamina K                     1% do RDI                                          1% do RDI
               
                Ambos contêm cerca de 100 calorias vindas da gordura. O ghee é mais concentrado que a manteiga, grama por grama, e fornece um pouco mais de ácido butírico e outras gorduras saturadas de cadeia curta. Testes e estudos em animais sugerem que estas gorduras podem reduzir inflamação, ajudar a saúde intestinal e inibir crescimento de câncer.
                Possui também um pouco mais de ácido linoléico conjugado, uma gordura poliinsaturada que pode ajudar a perder gordura.
                Geralmente, as diferenças entre os dois são pequenas e escolher uma ou outra parece não ter um impacto significativo sobre a saúde.
                No entanto, o ghee é completamente livre do açúcar do leite, a lactose, e da proteína do leite, a caseína, enquanto a manteiga contém pequena quantidade de cada. Para pessoas que têm sensibilidade a esses componentes do leite, o ghee é a melhor escolha.

Uso culinário

                A manteiga e o ghee são ricos em ácidos graxos saturados que podem ser aquecidos a alta temperatura sem se tornarem danosos.        O ghee aquecido parece produzir menos composto tóxico, a acrilamida, produzido pelo aquecimento dos óleos vegetais e de sementes.
                De fato, um estudo mostrou que o óleo de soja produziu dez vezes mais acrilamida que o ghee, quando aquecido a 160o graus.
                Além disso, o ghee tem um alto ponto de saturação, que é a temperatura em que as gorduras se tornam voláteis e produzem fumaça. Seu ponto de saturação é 250oC, maior que os 175oC da manteiga. Assim, quando estiver cozinhando a altas temperaturas, o ghee tem uma vantagem distinta sobre a manteiga.
                No entanto, enquanto o ghee é mais estável a altas temperaturas, a manteiga é mais adequada ao cozimento a baixas temperaturas, por causa de seu sabor mais adocicado e de sua cremosidade.

Benefícios potenciais à saúde

                Algumas pesquisas mostram que o ghee pode trazer benefícios à saúde:

                Marcador de saúde para o coração: alguns estudos em animais e seres humanos sugerem que consumir o ghee pode levar a mudanças favoráveis em alguns marcadores saudáveis do coração. Um estudo com coelhos encontrou que o ghee aumentou o HDL (bom) colesterol e reduziu a formação de depósitos de gorduras nas artérias. Por outro lado, ele também aumentou o nível de açúcar no sangue, em jejum.
                Num estudo controlado com 206 adultos saudáveis, o ghee foi a fonte de gordura responsável por um grande aumento na ApoA, uma proteína nas partículas do HDL que está ligada a um risco reduzido de doenças cardíacas.
                No entanto, é importante distinguir entre o ghee do leite e o ghee feito de óleos vegetais, conhecido como vanaspati  ghee, ou ghee vegetal. O ghee vegetal contém 14-40% de gorduras trans. Alguns pesquisadores acreditam que o consumo aumentado de ghee vegetal pode contribuir para aumentar os índices de doenças cardíacas entre indianos e paquistaneses.

                Câncer: muitos estudos com animais, comparando o ghee ao óleo de soja, sugerem que o ghee pode reduzir o risco de certos cânceres, como o câncer de mama, mas pesquisas de alta qualidade são ainda necessárias para confirmar esse resultado.

Efeitos adversos em potencial

                Baseado nos resultados de estudos controlados, o ghee parece não afetar o LDL (mau) colesterol. No entanto, as respostas das pessoas à ingestão de gordura saturada são muito variadas.
                Aqueles que têm tendência a um alto nível de LDL colesterol com a ingestão de gorduras saturadas podem limitar ou reduzir o consumo de ghee ou manteiga para 1-2 colheres de sopa por dia.
                Outro conceito é que, durante a produção do ghee, a alta temperatura, o colesterol nele pode se tornar oxidado. O colesterol oxidado está ligado a um risco aumentado de várias doenças, inclusive as cardíacas.
                O ghee é um alimento natural com uma longa história de uso medicinal e culinário. Ele fornece vantagens sobre a manteiga e é muito preferível se a pessoa tiver intolerância ou alergia ao leite.

                Tanto o ghee como a manteiga devem ser usados com moderação como parte de uma dieta saudável.

segunda-feira, 17 de abril de 2017

Arroz Basmati

Arroz Basmati

         Originário da Índia e Paquistão, é considerado o “príncipe dos arrozes”. Tem uma fragrância delicada e um sabor requintado, que lembra nozes.

         Possui um índice glicêmico menor em relação a outras espécies de arroz.

         Para o Ayurveda, que considera o processo digestivo fundamental para a manutenção da saúde, o arroz basmati é ideal porque é mais fácil de digerir. Tem sabor (rasa) doce, natureza (virya) fria e é nutritivo.



         Para o dosha Vata, consumir bem cozido, acrescentando, ao final, uma colher de ghee, para contrapor à secura de Vata e à qualidade fria do arroz.

         Os Kapha devem consumir arroz com moderação, já que esse alimento produz muco. Uma boa estratégia para Kapha é tostar levemente os grãos de arroz numa frigideira, antes do cozimento. Este tratamento prévio seca um pouco mais o arroz e se contrapõe à umidade de Kapha.

         Para os Pitta, prepará-lo com coco, como na receita abaixo, é uma boa indicação.

         Uma dica importante para o preparo de qualquer tipo de arroz, que se aplica também ao basmati, é sempre usar sementes de mostarda (a negra é melhor) para tornar ainda mais fácil a digestão desse alimento. A forma de usar as sementes de mostarda: coloque o azeite para esquentar e acrescente os grãos de mostarda. Quando começarem a “pipocar”, acrescente os temperos (cebola, alho, etc), depois o arroz e a água para cozimento.

         Abaixo uma receita deliciosa com arroz basmati.

Arroz de coco

Ingredientes:
- 1 colher (sopa) de azeite virgem
- 2 colheres (chá) de mostarda negra
- 2 xícaras (chá) de arroz basmati
- 1 ½ xícara (chá)de leite de coco
- 2 ½ xícaras (chá) de água
- sal a gosto
- suco de um limão
- 4 hastes de cebolinha cortadas fininhas

         Aqueça o óleo e acrescente as sementes de mostarda. Quando começarem a “pipocar”, acrescente as cebolinhas e deixe fritar um pouco.
         Acrescente o arroz, mexendo bem, deixando-o bem envolvido no tempero e óleo.
         Acrescente o leite de coco, a água e o sal. Depois de ferver, abaixe o fogo e tampe até o líquido secar e o arroz estar cozido.

         Depois de pronto, solte o arroz com um garfo enquanto mistura o suco de limão.

sexta-feira, 24 de março de 2017

Transformação



            Quando me sento ao sol, sentindo a plenitude da vida e a força dos elementos na sua manutenção, percebo uma pressão incômoda interior que vem de pequenos pedaços de mim, latentes, gritando por manifestação.

            Esta pressão incômoda tem a força da semente no momento de eclodir. Uma força que rompe, apesar das barreiras... Barreiras colocadas pelo medo imaginário de ser e de não ser aceita, de ter de ser da forma que não se é para atender ao externo, barreiras colocadas no mundo infantil dos “não”, dos “você está fazendo tudo errado”, “você é burro”, “olhe como o fulano se sai melhor que você”. Sons estranhos que ecoam nos ouvidos adultos e que machucam ainda a criança interior, impedindo-a de crescer em plenitude.

            Mas, o sol pleno na manhã azul dá o exemplo. Plenitude, plenitude.... E a pressão das sementes não eclodidas e cultivadas chega em seu ponto máximo de tensão para manifestar-se. Mas, antes é preciso curar esta criança ferida e desacreditada de si mesma.

            Tenho que passar a vida a limpo. Fecho os olhos e imagino esta criança que vem a meu encontro. E, no vir, já lhe falo de sua beleza, de sua força, de sua inteligência, de sua graça, e a trago num grande abraço amoroso. Eu e minha criança.... Tenho de sussurrar-lhe, fazê-la dormir, cantando uma canção que lhe fala da beleza de expressar a sua alma, da sua adequação, de sua luz, de sua divindade, até que ela volte a acreditar em tudo isto. Amorosamente, pacientemente, curando as feridas, tentando abrir as portas de prisões imaginárias, de ecos de medo, embalando a criança docemente, docemente....

            Não sei se é tarde para florescer agora, mas na luz do sol brilhante que representa a plenitude da vida, tudo parece possível. Sinto também a força da terra sustentando esta transformação como faz com todas as sementes. A força da água que limpa e desvencilha os ramos das margens para empurrar-me para seguir. O ar, com seu movimento suave, parece dizer caminhe sem medo, suavemente, sendo apenas você.... Toda a força então se manifesta e brota como pequenos pedaços de esperança de um novo eu.

            Um novo eu, que pode manifestar a grandeza de sua alma, pode livrar-se da pequenez das neuroses, dos apegos, das ganâncias, da falta de autoamor e começa a conhecer a paz, a alegria, a sorte, o amor e tudo que é pleno em sua natureza humana-divina, parte da maravilha da Criação.

            E, uma onda de gratidão vem em meu coração, dirigida a meus mestres de Kundalini Yoga, que me ensinaram a tecnologia para fazer esta transformação amorosamente, pacientemente. E, além, me deram o legado de poder servir às outras pessoas, ensinando-lhes esta possibilidade de transformação. SAT NAM

sábado, 18 de março de 2017

Equinócio de Outono: tempo de recolhimento e descoberta interior


Por Lais Guru Suroop Kaur
           
 Vivemos tão desconectados da Natureza que não nos preparamos para uma nova estação. Continuamos a mesma velha rotina, os mesmos hábitos, a mesma alimentação, quer estejamos no calor do verão, ou no tépido frio de nosso inverno.

Apesar de vivermos num país tropical, onde as diferenças das estações não são muito pronunciadas, temos que reconhecer que algo sempre muda.

Estamos agora nos aproximando do Equinócio do Outono, a porta de entrada para a nova estação. A energia muda, as condições do tempo mudam e, assim como fazemos rituais para comemorar a Lua Cheia com práticas meditativas, também temos que colocar nossa atenção no que o outono nos traz para aproveitar o melhor da estação, mantendo o melhor para a nossa saúde. Não há como negar que as mudanças de estações têm uma profunda influência em nossa saúde.

No outono, o ar começa a se mover numa brisa mais fresca que, aos poucos, vai se tornando mais fria. Também, “as águas de março que fecham o verão” darão lugar a um tempo mais seco. Leve, frio, seco, errático, móvel são as qualidades predominantes no outono.

Na linguagem do Ayurveda, dizemos que estamos num tempo Vata, biotipo que é representado pelas qualidades acima que vêm dos elementos ar e éter.

A mudança de temperatura e a secura do ar podem trazer os resfriados, gripes, tão comuns nessa época, assim como pele seca, constipação e pensamentos erráticos que podem se traduzir em ansiedade, insônia e medo.

Para manter o equilíbrio, a sabedoria ayurvédica nos ensina contrapor hábitos e alimentação a essas qualidades que estão muito presentes nesse momento.

Para evitar a secura desse período, massagear o corpo inteiro com óleo de gergelim morno, deixar por 10 minutos e depois enxaguar o corpo com água quente, de preferência sem usar o sabonete nesse banho. Isso ajuda a diminuir a secura, a prevenir problemas articulares e músculos contraídos. Passar também um pouco do óleo de gergelim por dentro das fossas nasais, utilizando o dedo indicador,  ajudará a evitar a secura desse epitélio.

Para se contrapor ao frio e à tendência a digestão mais irregular, priorizar alimentos quentes e cozidos. Os sabores que equilibram vata são: doce (não se refere a alimentos com açúcar), ácido e salgado. Os que desequilibram, principalmente por suas qualidades secantes e frias, que devem ser restringidos, são: amargo, picante e adstringente.  Alimentos como o kicharee são excelentes opções para o almoço de um dia mais frio, variando os vegetais agregados e, no jantar, preferir os legumes no vapor e as sopas. Comer menos saladas cruas.

O chá Yogi é uma excelente bebida para o outono!

Como Vata é móvel, mas errático, nossa mente poderá estar fervilhando com mil pensamentos que poderão levar à ansiedade e insônia. Outono e inverno são períodos onde devemos estar mais dentro de nós mesmos, um tempo para introspecção, para um maior conhecimento de nosso próprio ser. Reserve mais tempo para desfrutar do silêncio e mantenha uma prática meditativa consistente.




Nos dias mais frios, mantenha o corpo aquecido e aqueça-se também com o convívio dos amigos, com o aconchego de seus ambientes.

A prática de yoga é excelente em todas as estações e, no outono/inverno, procure fazer os exercícios num ritmo mais lento para se contrapor à mobilidade de Vata e dê uma especial atenção à respiração, já que Vata se relaciona com os pulmões e também com o Sistema Nervoso. Práticas excelentes são: Surya Namaskara, posturas de torção que estimulam o funcionamento do intestino, postura de eliminação de gases, Vaca-gato, Shavásana para aterrar e relaxar, respiração longa e profunda, respiração com alternância de narinas.

Em Kundalini Yoga, o Manual Kundalini Yoga para Juventude e Alegria traz muitos kriyas para o Sistema Nervoso que são excelentes para essa estação. Qualquer meditação é recomendada para esse período, mas Shabad Kriya é especial porque pode ajudar a combater a insônia que pode ser comum nesse período Vata. A Respiração do Dez é uma excelente prática para manter forte nosso sistema imunitário.

Vata em equilíbrio traz criatividade, alegria, conexão com nossos sentimentos, entusiasmo pela vida. Vamos expandir essas qualidades equilibradas, aproveitando para aprender a cuidar de nós com todo carinho nesse outono.

  A seguir algumas receitas  nutridoras para essa estação:

Amaranto quente para o Café da Manhã (outono)

Ingredientes:
- 1 xícara de amaranto seco 
- 2 ½ xícaras de água
-  ¼ xícara de uvas passas
Guarnição: coco ralado
Preparação:
            Deixe a água ferver numa pequena panela, misture nela o amaranto e as uvas passas. Reduza o fogo e cubra.


Banquete do Yogi Bhajan (Kicharee)
 (tridosha e principal prato na dieta de desintoxicação)

Ingredientes:

- 1 xícara de feijão moyashi lavado
- 1 xícara de arroz basmati
- 5 xícaras de água
- 1 cenoura cortada em pedaços pequenos
- 1 abobrinha cortada em pedaços pequenos
- ½ xícara de azeite
- 2 colher de chá de cúrcuma
- ½ colher chá pimenta Cayena
- 1 colher (chá) de sementes de cominho
- 1 cebola picada
- 2-3 talos de salsão picados
- 1 colher chá pimenta do reino moída na hora
- 1 colher chá de coentro em pó.
- 4 dentes de alho.
- 1 colher sopa de gengibre picado bem fininho
Preparação
            - Coloque numa panela o feijão e a água para ferver.  
            - Quando os feijões estiverem quase cozidos, acrescente o arroz. Se precisar, acrescente mais água quente até o arroz cozinhar. 
            - Acrescente os vegetais, diminua a chama e cozinhe até que estejam tenros. A consistência final é de uma comida bem cozida.
            À parte, numa frigideira, coloque o azeite ou o ghee, agregue a cebola, o alho, o gengibre e a cúrcuma. Depois de fritar um pouco, acrescente os outros condimentos. Desligue o fogo e reserve. Acrescente um pouco de sal.
            Quando o cozido de arroz, feijão e vegetais estiver pronto, misturar na panela o conteúdo da frigideira.
            Guarneça com salsinha ou coentro fresco picado.

Sopa de Mandioquinha Salsa

Ingredientes:
- 7 mandioquinhas salsas

- 2 colheres (sopa) manjericão picado
- ½ xícara de alho-poró
- 1 cebola finamente picada
- 1 colher (chá) de cúrcuma
- !/2 colher (chá) de cominho em pó
- 2 colheres sopa de óleo de girassol ou azeite
- água filtrada

Preparação
            Lave e descasque as mandioquinhas. Corte em rodelas grandes e reserve.
            Coloque uma panela no fogo, acrescente o azeite, deixe esquentar e coloque a cúrcuma em pó, a cebola e o alho-poró e deixe refogar um pouco até a cebola dourar.
            Acrescente a mandioquinha, a água e o sal e deixe ferver até cozinhar a mandioquinha.
            Deixe esfriar. Depois de frio, bata no liquidificador, acrescente o manjericão, até virar um creme. Volte ao fogo para esquentar um pouco e sirva.